Registre sua trajetória uma vez. A partir dela, cada oportunidade é comparada com o que você realmente fez — e cada conclusão aponta o fato que a sustenta. Quem decide é você, inclusive quando a decisão é não se candidatar.
Não precisa ter uma vaga em mãos.
Como funciona
A vaga é um dos usos da sua trajetória — não a porta de entrada. Por isso os dois primeiros passos funcionam igual para quem está procurando e para quem não está.
“Aqui está tudo que eu já construí.”
Você envia o currículo ou aproveita seu LinkedIn. Cada entrega, número e responsabilidade fica guardado com o trecho do documento de onde saiu — então dá para conferir, não só confiar.
“É assim que o mercado me vê.”
A revisão do seu LinkedIn, seção por seção, com o que ajustar e por quê. Sem nota: perfil é manutenção permanente, e “100” é um alvo que nunca chega.
“Onde eu tenho aderência real.”
Você cola a vaga. Cada requisito é comparado com a sua trajetória, e cada conclusão aponta o fato que a sustenta. Requisito eliminatório que você não cumpre segura a recomendação, mesmo com o resto alto.
“O que eu decidi, e o que deu.”
O histórico do que você mandou — e também do que escolheu não mandar. “Não vou me candidatar” é uma decisão que vale registrar, não um abandono.
A diferença
Dizer “você atende este requisito” é fácil. O que muda a sua decisão é ver por quê — e poder discordar.
Experiência liderando equipes de dados
Inglês fluente — eliminatório
Não encontramos evidência na sua trajetória. Requisito eliminatório segura a recomendação mesmo quando o resto está alto — e a tela diz que foi por isso.
Ausência não é o mesmo que desalinhamento. “Você não tem essa experiência” e “você tem, mas não está mostrando” são problemas diferentes, e o Mira nunca mistura os dois.
Já estou trabalhando
Quem monta a trajetória com calma decide melhor quando a pressa chega. E a pressa chega para todo mundo — por escolha ou por surpresa.
Registrar enquanto está fresco
O número que você entregou no trimestre passado você lembra hoje. Em dois anos, na pressa, não.
Saber onde você está
Sua trajetória comparada com o que o mercado está pedindo nas posições que te interessam.
Avaliar a proposta que apareceu
Aquela conversa que surgiu sem você estar procurando — com a conta feita antes da resposta.
Seu material pronto quando precisar
Currículo e LinkedIn em ordem no dia em que a oportunidade aparece, não três semanas depois.
Por que existimos
Uma escolha ruim piora a situação de quem já está no aperto. E o aperto raramente estraga a decisão por falta de informação — ele estreita o olhar. Candidatar-se em massa. Aceitar a primeira proposta. Ignorar o custo que ela traz.
O papel do Mira é devolver o campo de visão. Mostrar onde você tem aderência real, o que está faltando, e o que cada caminho custa — para você escolher com o quadro inteiro na frente, não com o pedaço que a pressa deixou visível.
E lucidez não é dizer sempre não. Às vezes a escolha certa é a vaga ponte — sabendo por quanto tempo, por quê, e qual é o plano de saída. O Mira mostra o que você está trocando. Não existe para ser o conselheiro que só desaconselha.
O que não prometemos: emprego, entrevista, ou um número que “garante” resultado. Prometemos clareza e economia de energia — e a evidência na mesa, para você decidir.
Planos
Como uma academia: o que muda é só o tempo de compromisso, nunca o que você pode usar. Cortar funcionalidade do plano mais barato faria ele não resolver o problema de ninguém.
Em todas as periodicidades, sem exceção
A cobrança ainda não está aberta
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